terça-feira, 4 de julho de 2017


Diálogo  - a cura da Solidão 

Tempo de Crescimento & Deterioração  


História Ilustrativa
 pra Criança, Adolescente 
e Adulto 

sobre:
 as Atitudes 
da Alma.

O Sucesso na Estrada Congelada 


Quão Grandes surpresas e sábios caminhos o Mestre Senhor estava pronunciando e criando através daquelas palavras
“ - -  Sacudirei a Terra! Para que ela Cresça, tenha Fortaleza e Floresça!”

Os indivíduos presentes não tinham idéia do que poderia acontecer desde então!

O que parecia direito poderia se entortar, para corromper a terra?
Não. Mas para alcançar ainda mais espaço e lugar para plantar a Honra de Mestre Senhor!

Depois dos terremotos e tempestades, tudo endireitaria ao seu lugar, a Terra seria aplainada e todos veriam a diferença e mediriam a terra.

Mas a principio dessa nova fase, nada se poderia determinar

Afinal todo o poder da vida estava em tudo e em todos, em Mestre.

E o que cada um poderia se tornar?
O que cada um podia ao fim, ser?
Para que direção cada um podia ir?

Era um mistério e segredo infindo, que só Mestre podia saber, afinal, alem de dar a vida, havia dado o livre arbítrio também. E junto com o livre arbítrio, um empurrãozinho da motivação e impulso sereno, para cada um fazer o bem real como entendesse possível.

Eles fariam?  Não se sabe, dependia de cada um em si mesmo.
A vida era livre com todas as oportunidades reais
Apenas nas ações que realmente existiam, se existiam


A Ordem de Crescimento estava espalhada como um vento sobre os ares, ares que até aos mares mais profundos alcançavam sua ordem

E todos se preparam quando o Mensageiro pombo disse

- Vamos começar a nossa Festa, mas antes peço a vossas senhorias que entreguem a Mestre Senhor, suas duvidas e questões de auxilio. Ele ira explicar e demonstrar o que for necessário a cada um de vossas senhorias.
Apenas pedimos que falem a sós com Ele.

Então cada um se levantou, entregaram as cartas nos seus envelopes para Mestre e foram-se a Festejar, a seu lugar. No caminho de destino ao Banquete, sós

Pombo Mensageiro, Rosa e Mestre Senhor ficaram observando os preparativos da Festa e conversando baixo entre si mesmos
Era dever de todos Festejar e relembrar o Sacrifício de Rosa

Mas Donzela acabou não se atentando para a Festa, com as novas direções de seu caminho e com o dever de não se distrair e desde então, como nada via e nada ouvia, a primeira coisa que aconteceu foi que, mergulhou em seus pensamentos tomou os seus pertences e começou a andar

Mestre Senhor não obrigada ninguém a estar na Festa, mas tudo era questão de muita importância em todo o Reino. E não viver cada fase, de alguma forma prejudicava o caminho adiante.

Todos viram quando a menina se retirou de lado.
Mensageiro Pombo perguntou a Mestre, se ele gostaria que a chamassem

Mestre Senhor disse:   - Deixe a, eu preciso fazer outra coisa alem


Caminhava procurando dar o passo mais largo possível e depressa, tanto para acostumar-se ao novo caminho, como para ocupar-se de uma nova direção.
A menina ia se esforçando ao Maximo para esquecer suas ultimas conversas, e seus acontecimentos passados.  Julgava  ter sido uma boa idéia de Mestre,  manter -la sozinha, sem ver nada e ninguém, assim ela se concentraria ao Maximo e cumpriria o seu dever, talvez esqueceria até de todas as suas lembranças. As benditas lembranças que só a feriam mais.
Seguia assim a menina, começando a sentir um leve vento frio ao rosto e cada vez que se esforçava para andar só, sentia o quanto estava realmente e vivia em realidade só.
Isso a fazia sentir ainda mais a falta de dialogo, acentuava mais o pavor de nada falar com ninguém.
Pensava em Cravo Lírio, e sentia tanto ter de deixá-lo, sentia tanto a dor que o fizera sofrer. Pensava – se um dia pudesse ser perdoada realmente de coração por ele. Parecia uma dor irreparável. Causadora de toda a força, para renunciar-se a si mesmo em qualquer coisa mais. Já havia passado, mas a dor parecia que estava nela e ainda viva. Sentia também pelo fato de ter visitado terra de duvida, e os seus remorsos ainda serem tão intensos que quase impossíveis de se comentar. Parecia tudo vivo. – Culpa do príncipe inexistente, o sem a coroa!, dizia consigo, ao mesmo tempo, mas via que também relutava a dizer – Não posso também culpar príncipe Inesistente,  por tudo, cada fase do caminho, levou ao próximo, mesmo que todo o cuidado em Mestre Senhor, foi tentado seguir. Logo a culpa não é de ninguém, a não ser de si mesmo, por não entender.
Mas quando voltara a pensar na dor de Cravo, não podia permitir que seus pensamentos deixasse Inexistente sem a sua parcela nessa dor fatal. Requerer alguma coisa? .. nada adiantava fazer.

Nada tinha volta. Mas parecia bem pouquinho que as lembranças não tinham aprendido isto.

Andava e andava muito, mas percebera a menina de que não conseguira ir muito longe, seus passos eram ofegantes e seus pés estavam muito pesados. Não enxergava mais nada em cor, de horas em horas, desmaiava a luz do dia. Não havia ninguém, e como estava só, esperava passar a hora desmaiada, depois quando possível, voltava a dar seus passos e assim seguia. Seus pensamentos eram tão constantes e em conflitos tão intensos que a menina quase não andava mais. Percebera que assim não ia conseguir caminhar, pensou consigo. 
- Se eu estiver sozinha meus pensamentos vão me afogar, não conseguirei andar! Então exausta, a menina decidiu voltar para traz e falar com Mestre Senhor.

O caminho de volta se tornou mais rápido, parecia que havia até uma certa força nos pés da menina, como se ela estivesse recobrado saúde.  Mas não era a força dos pés!
É que em Terra de Mestre, se alguém está andando em direção certa, na forma certa, com a intenção certa, o chão sobre os pés diminuem, fazendo com que se chegue mais rápido ao propósito de Mestre, ao lugar em destino.

Assim, logo a menina chegou perto de Mestre

- Mestre  me perdoe incomodar
- Sim querida!
- É que não me sinto bem, eu estou com dores nos meus pés, não sei se posso cumprir até o fim toda a jornada, estou sentindo muito pesado os meus passos para ir e...
- Você conseguiu se concentrar ?
-  Não Mestre
- Alguém te chamou?
- Também não Mestre, mas percebo que ando me sentindo muito só, então me da medo! Medo de estar só, isso desequilibra minha cabeça, e não consigo anda, prefiro escolher e conversar comigo mesmo, mas da um tempo..  os meus pensamentos crescem tanto que não me respeitam, acabam não me deixando concentrar no caminho e, desculpe Mestre, depois disso não consigo controlar o constante dialogo do caminho e isso só aumenta a minha canseira, meus pés ficam pesados e não consigo ir adiante. Acabo parando no meio do caminho e não tenho ninguém para me ajudar, a livrar me de meus próprios pensamentos, nem alguém para me acompanhar e conversar.

- Muitos não entenderiam o que você diz. Ha tantos na natureza diária ao seu redor, eles diriam!
- Sim Mestre, mas tu mesmo sabe que eu estou sozinha e com os meus pensamentos que crescem e me atrapalham

Disse a menina triste, prestes a derrubar uma lagrima no rosto

- Temo que esteja comprometida a minha jornada a partir daqui Mestre, eu não consigo mais andar como antes sem ninguém pra falar comigo durante o caminho.
- Então vai voltar a falar com seus amigos e voltar ao vale da duvida e...la atrás ?

- Não, não e não Mestre nada disso, não vou desistir de deixar o que passou e seguir o teu propósito e o teu plano para mim. Eu vou cumprir o que tu me deste!

- Então minha querida o que posso fazer por você?

- Quero que o Senhor Mestre solucione para mim essa questão, me ajude, eu sei que o Senhor pode! Se eu ficar agora assim, temo não conseguir dar nenhum passo a mais

Não sabia Donzela que um dos desafios da jornada, era vencer pensamentos e seguir os pensamentos.

Acontece que na terra em que Donzela caminharia, por onde ela passasse pensando, todos os pensamentos corriam o risco de congelar.
Era a terra do Congelamento dos pensamentos. E junto com o congelamento de cada pensamento, a mente dela também congelaria.

Esse era um dos primeiros perigos da Terra. Ninguém via, mas a menina andava por terras que congelavam sua mente e pensamentos, sem a fazer perceber.


Mestre Senhor sabia disso, mas ela, ainda não.

- Pois bem! Disse Mestre – Mandarei chamar um Reverendo para te acompanhar
- Um Reverendo? Quem é Ele Mestre
- Um Cuidador,  é um Mordomo do caminho, ele está na minha Terra, justamente para cuidar da passagem onde você vai caminhar

- Ele conhece a trilha toda ?
- Pode ser que não conhecerá tudo, porque a terra minha querida está em crescimento, tudo tem o seu aperfeiçoamento, mas praticamente tudo é reconhecivel, boa parte de todo o caminho, eu lhe asseguro, ele já está preparado para lhe seguir e acompanhar

- Por que esse nome Mestre?  Quem ele é ?

- Esse nome é porque só Ele sabe quem é, alem de mim. Ninguém no reino foi chamado por aqui como meu Mordomo, portanto nenhuma outra criatura vai confundir-se, para querer estar ao seu lado e te distrair, porque só este meu Mordomo pode seguir o seu caminho.

- Quanto tempo vai me ajudar Mestre ? vou acabar perdendo o também?.. sempre os que estão ao meu redor uma hora ou outra tem que sair... disse a menina de cabeça baixa triste só de falar no assunto..

Mestre Senhor se inclinou para a menina e disse
- Minha querida, isso vai depender do Mordomo... ele entenderá até quando pode cuidar de você!... passou a mão na cabeça da menina dizendo  - O que posso fazer é colocá-lo no caminho agora, para que te ajude, porque vejo que é necessário... 

A menina estava com dor na cabeça de tão cansada da sua curta viagem em tentativa, mas com olhar de ternura e muita gratidão disse – Obrigada Mestre, muito obrigada mesmo. 
Despediu-se de Mestre com toque ao seu rosto e foi –se a um canto da Festa

- Encostou-se em um dos bancos e reclinou a cabeça na mesa onde os serviçais colocavam os aperitivos para servirem depois. E Adormeceu.

Não viu que Mestre Senhor se retirara para dentro do recinto e voltara com um dos seus jovens Sábios. Um dos que viviam com Ele, para cuidar das coisas de seu Reino. Tornara-se o mais sábio, porque fora dentre os que estavam ali, o mais resistente e ao mesmo tempo protetor de seu próprio coração, manteve a serenidade incrível e o amor, por mais as tempestades, sempre ao fim de tudo, foi achado nele misericórdia e muita graça, sem contar com os modos de ternura, entendimento e paciência.  Ele era um Mordomo em Alta escala do Reino, para cuidar dos caminhos de Mestre.

- Meu Senhor tem certeza de que posso voltar? O Senhor Mestre tem certeza ? Não quer que eu continue guardado na recamara?

Mestre Senhor sorriu, mostrando onde estava a menina, dormindo e de vez em quando tendo uns choques de sustos e surtos ao mesmo tempo em sono.

- Esta é uma missão , lembre-se amado, sempre quando você sentir por mim em seu Coração meu Filho, deve agir e não apenas pensar.

O Sábio ficou admirado com o sorriso dos olhos de Mestre, tocou em sua barba, pensando o que poderia vir em sua vida, pensou o que lhe poderia ocorrer com aquela missão. De tudo, só não queria contrariar toda a ordem do caminho de Mestre.    

Enquanto olhavam para a menina Mestre disse:

- Ela está congelando, faça o necessário meu filho

- O que?, mas como assim!!? Perguntou o Sábio atônito. Estudara ele, anos e anos, sobre o congelamento de pensamentos e suas prevenções.  – O que aconteceu Mestre?
- Ela tentou andar algumas milhas ao vento, com os pés no chão e a cabeça descoberta..?

- Mas, ela, ela levou o óleo?...  E as vestes ? , não lhe deram ? não falaram para ela ? , e os calçados? ..as botinas..?

- Não deu tempo filho, ao final da reunião ela estava tão exausta que não se despediu de nada e ninguém, não escutou sobre as cartas e levantou-se a cumprir sua missão e abandonou tudo...

O Jovem começou a entristecer-se e quase a chorar... sabia que de alguma forma, agulhadas estavam começando a infiltrar os pensamentos da menina e a congelar o coração dela. Alguma coisa teria que ser feito. E se o Coração parasse, os pés também parariam.

“A Lei estava estabelecida”, lembrava o Sábio.
“ Uma vez o toque com os pés na estrada, ela deveria ir até o fim. Era risco de vida para o Reino.”

- O que faço Mestre?, acordo ela!? Sua mente vai congelar!

- Já esta congelando, mas o sono não pode ser interrompido, se isso acontecer ela pode sofrer uma força muito grande no coração e morrer, com o choque entre a cabeça e o coração

- Como podemos evitar que os pensamentos morram por congelamento Mestre? Perguntou o Sábio

Os dois olharam para o recinto a dentro.

- Você tem o Estandarte ?
- Há! Sim... o Estandarte.... é a nossa única esperança

Falava Mestre Senhor de um presente dado ao Mordomo Sábio desde mais jovem. Uma Estante onde ele a cobria com seu Estandarte. O que era estandarte? Uma Bandeira específica do Reino.  Que não se hasteava, mas que se guardava para momentos mais poderosos.

Acontece que aquela Bandeira, não saia muito a passear, só em casos necessários que era demonstrada , vista e encontrada. Era guardada com muito sigilo e cuidado. E isso porque era Especial. Continha ela uma unção de propósito, uma missão e um poder da essência de Mestre por onde era manifestada e demonstrada, nela havia a essência da Cura do Amor, aos passos e aos pensamentos mais distantes e profundos de um ser.

A Missão do Mordomo fora toda a vida, cuidar-se para, zelar da missão do Estandarte e um dia, fazer valer o resgate de alguém no caminho perigoso dos pensamentos, uma preciosa missão que ganhara de Mestre.

E Será que chegou o tempo? É momento de tocar a Bandeira e traze - la ?  Uma vez retirada do seu posto, a missão estava iniciada, após anos e anos de preparação.

O Mordomo olhou para dentro de seu recinto, voltou os olhos para Mestre, mas este já havia desaparecido. Estava em outro lugar da Festa e com certeza, sempre quando saia assim, era porque a seguir quem ficara, era quem deveria pensar.

O Mordomo olhou para o rosto de Donzela, estava ficando frio e roxo, seus cabelos já endureciam um pouco. Tocou a cabeça da menina, já ela não sentia, e estava pouco gelado seu cérebro.


Ele começou a chorar, algo começou a mover-se dentro ele, correu para dentro de sua recamara pois não queria vê-la morrer.

Quando entrou em sua recamara, viu o Pombo Mensageiro sobre a Bandeira
- Sr Mensageiro! Quanto tempo o Sr...

- Sim meu Jovem, está bandeira esta sendo solicitada, acabo de receber uma noticia de urgência no caminho dos pensamentos da Terra..

Então Mensageiro Pombo soprou sobre a Bandeira e ela voou até os Ombros do Mordomo

Uma vez que saísse de seu lugar, só o Jovem Mordomo poderia segura-la

Ele já sabia o que fazer..
Tomou rapidamente seus pertences, sua estante para a Bandeira, as vestes necessárias para a viagem, os calçados, a alimentação diária e foi para junto da menina.

Tocou em suas mãos, estavam completamente sem vida e congeladas.
Olhou a com Ternura, agradeceu  a Mestre com uma Oração enquanto cobria a menina com o Estandarte que estava em seus ombros.

Sentou se ao lado dela e cantou uma canção, pedindo a Presença de Mestre sobre toda a viagem e dando todos os méritos a Mestre por isso.

O tempo passou
O que faria o Estandarte sobre a menina?
Era a única forma de aquecer seus pensamentos, descongelar seu coração e equilibrar a saúde de seus passos!


E o que fazer agora? Pensava o novo jovem Sábio
Era hora de fazer valer o chamado do Mestre. Numa obra tão importante que Ele escolheu.
Ficava ali, dias e dias, esperando os pensamentos descongelarem e o coração voltar a viver. Não sabia ele, que a menina começara a sonhar

Sonhara com as ultimas instruções que um passarinho cantava para o caminho com o Sábio

- Não é imaginário, dizia o passarinho -  vocês irão conversar realidades, portanto nenhuma das criaturas precisam saber do que se trata por aqui. Realidades ficam entre vocês sinceramente realmente.

Isso seria interessante na realidade, porque ainda que alguém visse Donzela acompanhada, não ouviria nenhuma conversa, e nem Donzela ouvia outro barulho a não ser as palavras de Sábio Mordomo.

Quando o passarinho terminou a canção Feliz para ela, ela acordou sorridente, como se nada houvesse acontecido!

Era a hora de Festejar, e quem era aquele jovem de Barba pronta e saber porque Mestre se tinha ido ?

Pela primeira vez olhou para Ele e disse:

- Perdão, eu fiz alguma coisa errada? Perguntou ao levantar os olhos e ver que estava com a cabeça coberta com um pano de Seda Especial do Reino...


- Não, não, disse o Mordomo, cuidando para que o tecido não caísse e tomando o para si  - Graças a Mestre, você voltou!



Ref. Bíblica 
sobre a força do Amor
nos tempos difíceis

“ Levou-me à sala do banquete, e o seu estandarte sobre mim é o amor.”



https://www.youtube.com/watch?v=qzR3jfCNFHc

La musica mas hermosa para orar, Musica cristiana instrumental

Olá Queridos,




Essa é uma Página em questão das essências de Deus da Comunhão dELe em Forma de Escrita Ilustrativa em conto de Romance Bíblico.  Descrevendo em Expressão o Mover de Deus, em nossas Almas como Escolhidos em Deus e para Deus! 




Espero que apreciem todo o Trabalho nos dado pelo Senhor nosso Deus, e que seja para a Honra e Glória dELe e Edificação e Exortação Espiritual de seu Reino entre nós os seus Filhos. Forte Abraço! Irmã Débora.

Adorando a Deus em forma de Escrita de Contos!.


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